Dev mobile sênior. Transformo ideias em apps que funcionam (na maioria das vezes). Sério no código, brincalhão em tudo o resto.
Sou desenvolvedor mobile há mais de 7 anos, apaixonado por transformar ideias soltas em apps na mão das pessoas, isso me realiza de verdade. Swift, Kotlin, Dart, React Native: se compila e roda no bolso de alguém, eu topo.
Também sou entusiasta em criar sites, principalmente para ajudar pessoas a terem seu portfólio e divulgar seus serviços. Nesse tipo de trabalho a página precisa representar 100% a personalidade do cliente, por isso prezo por um contato próximo, construímos juntos algo em que a pessoa se reconheça.
Fora do código, sou caseiro e tranquilo: consumo um pouco de tudo, gameplays, podcasts sobre psicologia, budismo e bem-estar, livros técnicos e de autoajuda. De vez em quando ainda apareço numa festa pra dançar, mas isso é cada vez mais raro, os 30 anos cobram seu preço.
Sem enrolação de currículo. Aqui vai o resumo real de cada fase.
Entrei sem saber muito bem o que era um ciclo de vida de Activity, aprendi na marra, quebrei produção umas boas vezes e sobrevivi pra contar a história. O ambiente era muito bom e me proporcionou bastante aprendizado. Essa experiência foi crucial para que eu aprendesse de fato o que é desenvolvimento.
Passei a resolver os perrengues dos devs juniores, entreguei features para milhões de pessoas e aprendi a me comunicar melhor com os stakeholders. Foi aqui que desenvolvi projetos grandes, como a implementação do PIX, a refatoração de uma biblioteca geradora de código OTP, atuei como embaixador de acessibilidade e mexi em esteiras de CI/CD, entre outras frentes. Foram muitos desafios, apresentações, bugs, risadas e amizades.
Fui contratado para construir um aplicativo do zero para uma empresa de turismo. O escopo era gigante e o prazo bem apertado. Tive total liberdade para desenhar a arquitetura, tomar decisões, mapear os trade-offs e entregar o app do zero à produção. Foi uma experiência muito importante para colocar toda a minha experiência pra jogo: definir processos e estrutura seguindo as melhores práticas do mercado, escrever código limpo desde o início e pensar em escalabilidade.
Atuo em um produto inovador que construímos do zero à produção. Meu papel tem se transformado: saí do downstream puro e passei a atuar também no upstream, hoje sou conhecido como product engineer. Participo de handoffs e ideação, faço calls com UX writer, monto a solução visual, escrevo product spec e tech spec, além de desenvolver. A Stone é uma empresa IA-first, então estou muito habituado a trabalhar com IA no dia a dia: crio agentes, skills e monto dashboards integrados usando MCP, entre outras frentes. Observabilidade é meu ponto forte.
App mobile (Android e iOS) de hábitos e rotinas para duplas, feito em Kotlin Multiplatform e Compose. Desafios em dupla, solo ou em grupo, rotinas compartilhadas e diário de humor, tudo para manter compromissos com a ajuda de outra pessoa.
App mobile (Android e iOS) de
FundadorSite para uma criadora de conteúdo UGC focada em Beleza e Tecnologia. Portfólio de vídeos, mídia kit com métricas de audiência e pacotes de serviço, tudo pensado para converter marcas em parceiras.
Fintech de cartão de crédito (Visa Gold) focada em inclusão financeira, negociação de dívidas e descomplicar a vida financeira dos clientes com tecnologia digital.
Uma das maiores empresas de meios de pagamento do Brasil: maquininhas de cartão, link de pagamento, e-commerce e gestão de recebíveis para negócios de todos os tamanhos.
Gateway de pagamentos completo: Pix, cartão de crédito, Open Finance e boleto, com split de pagamentos, cobranças recorrentes e Tap on Phone para transformar o celular em maquininha.
App de organização de viagens: voos, check-in, reservas, roteiros, documentos e gastos em um só lugar, com notificações em tempo real para você e quem viaja com você.
Aplicativo que simula o Brasileirão do início ao fim: você define os resultados de cada rodada e descobre em qual colocação seu time termina o campeonato, com tabela final pra compartilhar com os amigos.
7.000+ horas codando, em média 7h por dia. E não é tempo de tela: é dedo na tecla, escrevendo, debugando e, muitas vezes, passando raiva.
Minha visão sobre escolher plataforma sem virar refém de fanatismo.
Sobre impostor syndrome, aprendizado contínuo e aceitar o caos.
Bastidores reais de empreender sendo, no fundo, só um dev.